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DENGUE
Quarta-feira, 10 de outubro de 2018
 
 
DENGUE

Video Institucional - Geladeira

A estação primavera/verão na nossa região se caracteriza por altas temperaturas e muitos períodos de chuva, o que favorece o desenvolvimento do mosquito “Aedes aeghypt”, principal vetor da doenças conhecidas como dengue, zika vírus, e febre chinkungunha, todas são doenças muito graves que podem levar ao óbito.                                                                                                                                                              A Secretaria municipal de Saúde do município de Pitangueiras na busca por manter os níveis de infestação predial do mosquito menor de 1,0%, e pede atenção a toda população do município que se mantenha alerta e auxilie as ações dos agente de endemias a controlar e evitar o acúmulo de água em reservatórios como tampinha de garrafa, plásticos, pneus e etc. Cada um do munícipe tem a sua responsabilidade em manter seus imóveis limpos, e organizados de maneira a evitar algum reservatório que acumule água. Dúvidas ou sugestões entre em contanto diretamente com a vigilância sanitária municipal ou acesse o link http://www.saude.pr.gov.br ícone Dengue.

MITOS SOBRE O MOSQUITO DA DENGUE 
 

1 - AR CONDICIONADO E VENTILADORES MATAM O MOSQUITO - MENTIRA! 
Quando se usa o ar condicionado a temperatura e a umidade baixam, isso inibe o mosquito. Ele tem mais dificuldade para detectar onde estará a possível vítima de sua picada. Porém não morrerá. Estes aparelhos apenas espantam o mosquito que poderá voltar em outro momento quando eles estiverem desligados. 
2 – PARA MATAR OS OVOS DO MOSQUITO BASTA SECAR OS RESERVATÓRIOS DE ÁGUA PARADA - MENTIRA!
Não é apenas o simples ato de secar os reservatórios de água parada que irá impedir o mosquito da dengue de se reproduzir. É preciso limpar o local também, pois o ovo ainda pode ser manter "vivo" por mais de um ano sem água. 
3 – REPELENTES SÃO FUNDAMENTAIS NO COMBATE À DENGUE - MENTIRA! 
Repelentes, velas de citronela ou andiroba, ao contrário do que muita gente pensa, não têm muito efeito no combate à dengue, pois têm efeito indeterminado e temporário. 
4 - TOMAR VITAMINA B AFASTA O MOSQUITO - MENTIRA! 
Apesar de ser verdade que o mosquito é atraído de acordo com a respiração e o gás carbônico exalado pela pessoa, a ingestão de vitamina B - alho ou cebola também - (que têm cheiro eliminado pela pele) não é uma medida eficaz de combate à dengue.
Tomar vitamina B pode afastar mosquito, mas isso não dura muito e também irá variar de acordo com o metabolismo de cada pessoa, podendo até não ter efeito algum. 
5 – QUALQUER PICADA DO MOSQUITO TRANSMITE A DOENÇA - MENTIRA!
Primeiramente é necessário que o mosquito esteja contaminado. Além disso, cerca de metade das pessoas picadas não desenvolvem a doença. Entre 20 e 50% vão desenvolver formas subclínicas da doença. Ou seja, sem apresentar sintomas. Mesmo assim, é importante em caso de dúvida ou qualquer suspeita procurar o posto de saúde mais próximo. 
6 – BORRA DE CAFÉ NA ÁGUA DAS PLANTAS MATA OS OVOS DO MOSQUITO - MENTIRA! 
Não há comprovação de eficácia da borra de café na água das plantas e sobre a terra no combate ao mosquito. Pelo contrário, já foi verificado na prática que a larva do Aedes aegypti se desenvolve na água suja de borra de café. Ao invés de usar a borra, tente eliminar os pratos dos vasos, ou coloque areia até as bordas deles de forma a eliminar a água. Lave também os pratos com bucha e sabão semanalmente. Isso é eficaz contra a dengue. 
7 – AS LARVAS DO MOSQUITO SÓ SE DESENVOLVEM EM ÁGUA LIMPA - MENTIRA! 
Os ovos do mosquito também podem se desenvolver em água suja e parada. Hoje se discute até se as fêmeas do Aedes têm realmente a preferência pela água limpa. Então para combater a dengue, o importante é acabar com qualquer reservatório de água parada, seja limpa ou suja.

FONTE: MINISTÉRIO DA SAÚDE


SAÚDE ALERTA SOBRE PREVENÇÃO DE ACIDENTES COM ESCORPIÕES

A Secretaria de Estado da Saúde confirmou nesta quinta-feira (04) uma morte por picada de escorpião na região do norte pioneiro. Um morador de Wenceslau Braz foi picado na mão esquerda por um escorpião amarelo, cujo veneno é um dos mais potentes entre as espécies que ocorrem no Paraná. A situação reforça a orientação da saúde para que a população redobre os cuidados para evitar acidentes, principalmente em épocas de chuva e calor.

“O paciente foi atendido no município e transportado para Jacarezinho pelo Samu, onde recebeu o soro antiveneno. Apesar de toda assistência prestada, a evolução do caso não foi satisfatória, o que reforça a necessidade de atitudes preventivas para evitar acidentes fatais”, disse o secretário de Estado da Saúde, Antônio Carlos Nardi.

Nos acidentes com animais peçonhentos, como picadas de escorpiões, aranhas e serpentes, é essencial procurar assistência médica rapidamente. O Governo do Estado mantém em Curitiba o Centro de Controle de Envenenamentos do Paraná (CCE) para orientar a população e profissionais de saúde sobre os encaminhamentos quando necessário. O serviço tem atendimento 24 horas pelo telefone 0800 410 148.

“A agilidade em administrar o soro antiveneno em acidentes com peçonhentos pode fazer a diferença entre a vida e a morte. A orientação fornecida por telefone auxilia na identificação da gravidade do caso e indica o melhor encaminhamento”, explica o chefe da Divisão de Vigilância em Zoonoses e Intoxicações, Francisco Gazola.

Segundo ele, os centros de informações e assistência em toxicologia, como o CCE, prestam atendimento em envenenamentos e fornecem consultoria em urgências toxicológicas, animais peçonhentos e venenosos através de plantão telefônico 24 horas. Esse suporte auxilia os profissionais de saúde no diagnóstico e tratamento além de fornecer informações gerais e de prevenção para a população.

No Paraná, os antivenenos estão disponíveis na rede de saúde através das 22 regionais da Secretaria de Estado da Saúde e, ao todo, existem 212 centros de referência para aplicação dos soros. 

PREVENÇÃO – Uma das orientações para evitar acidentes com animais peçonhentos é não acumular entulhos e lixo, o que facilita o esconderijo e a proliferação desses animais. A superintendente de Vigilância em Saúde, Júlia Cordellini, chama a atenção para o risco a que estão sujeitos principalmente crianças e idosos.

“As crianças são mais sensíveis à toxidade do veneno pela baixa massa corpórea e os idosos por sua fragilidade física. No entanto, o risco aos acidentes é comum para todos, o que demanda cuidados e prevenção”, ressaltou.

NÚMEROS – No ano de 2017 foram registrados no Paraná mais de 17 mil acidentes com animais peçonhentos, sendo 2.396 por picada de escorpião com 2 óbitos. Em 2018, entre janeiro e outubro, o Estado contabilizou mais de 11 mil acidentes com peçonhentos, sendo que as picadas de escorpiões somaram 1.879 casos, com a confirmação de dois óbitos.

ESCORPIÕES – No Paraná, existem vários tipos de escorpiões nativos, como o marrom (Tityus bahiensis, Tityus costatus, Ananteris sp) e o pretinho, do gênero Bothriurus, espécies que não apresentam acidentes graves. No entanto, a partir da década de 80 foi introduzido no Estado o escorpião amarelo (Tityus serrulatus), espécie de maior periculosidade, sendo o principal causador dos óbitos.

Segundo Gazola, o escorpião amarelo é uma espécie que se reproduz com rapidez. “É uma espécie generalista com grande capacidade de adaptação a ambientes alterados, como os ambientes domiciliares e seu entorno. A presença de apenas um exemplar pode provocar a infestação, porque a fêmea se reproduz de forma assexuada (partenogênose), sem a necessidade do macho”, explicou.

A espécie prefere se proteger em ambientes quentes e úmidos, saindo para caçar e se alimentar. No ambiente domiciliar o escorpião amarelo se abriga sob madeiras velhas, lenha, telhas, tijolos, restos de construção, entulhos e principalmente frestas em calçadas, muros e paredes.

“O lixo domiciliar mal acondicionado, restos de alimentos e sujeira nas casas atraem insetos, como baratas e outros que são alimentos dos escorpiões. Dessa forma, estes animais têm abrigo, alimento e água no entorno das habitações”, detalha Francisco. 

Para evitar acidentes, é importante que as pessoas removam materiais desnecessários, mantenham o lixo acondicionado de forma adequada e fechem as frestas para que os escorpiões não se instalem e se reproduzam nas casas.

Como prevenir acidentes com animais peçonhentos

  • Usar calçados e luvas nas atividades rurais e de jardinagem; 
  • Examinar calçados e roupas pessoais, de cama e banho, antes de usá-las; 
  • Afastar camas e berços das paredes;
  • Não deixar que lençóis ou cobertores sobre a cama e berço encostem no chão. Aranhas e escorpiões podem utilizá-los como apoio para subir e se abrigar entre tecidos e travesseiros;
  • Não acumular lixo orgânico, entulhos e materiais de construção; 
  • Vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos, forros e rodapés; 
  • Utilizar telas, vedantes ou sacos de areia em portas, janelas e ralos; 
  • Manter limpos os locais próximos das residências, jardins, quintais, paióis e celeiros; 


Em caso de dúvidas, ligue para o telefone 0800 410148 (Centro de Controle de Envenenamentos do Paraná).

 
 
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